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Trump proíbe Israel de bombardear Líbano e anuncia ação direta dos EUA contra Hezbollah

Presidente dos EUA afirma que Washington vetou ataques israelenses ao Líbano e atuará separadamente para conter o grupo Hezbollah, além de agradecer apoio de países do Golfo.

17/04/2026
Trump proíbe Israel de bombardear Líbano e anuncia ação direta dos EUA contra Hezbollah
O presidente Donald Trump - Foto: AP/Alex Brandon

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou que Israel está proibido de novos bombardeios ao Líbano, por determinação de Washington. O anúncio foi feito em publicação na Truth Social, após o Irã informar a reabertura do Estreito de Ormuz para a navegação de navios comerciais.

Trump afirmou ainda que os EUA atuam diretamente junto ao governo libanês para enfrentar o Hezbollah. “Os EUA irão, separadamente, trabalhar com o Líbano e lidar com a situação do Hezbollah de maneira específica”, escreveu o presidente.

No mesmo comunicado, Trump informou um acordo envolvendo operações militares americanas, ressaltando que os Estados Unidos serão responsáveis ​​por toda a "poeira nuclear" gerada pelos bombardeiros B-2, sem qualquer compensação financeira. “Nenhum dinheiro será trocado de qualquer forma”, afirmou.

O presidente destacou que o acordo citado não está condicionado ao Líbano. Ao reforçar sua posição sobre Israel, Trump foi enfático: "Israel não voltará a bombardear o Líbano. Isso está PROIBIDO pelos EUA. Já basta!!!"

Em outra publicação, Trump relatou ter sido procurado pela Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) após a normalização da situação no Estreito de Ormuz, mas rejeitou qualquer apoio da aliança militar. “Disse para ficarem longe, a menos que queiram apenas carregar seus navios com petróleo”, declarou, acrescentando que a Otan foi “inútil quando necessário”.

Trump também agradeceu aos países do Golfo pelo apoio recente. “Obrigado à Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Catar por sua grande coragem e ajuda!”, escreveu.

Em mensagem adicional, o presidente dos EUA afirmou que o Irã, com ajuda norte-americano, "removeu ou está removendo todas as minas marítimas".