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Bolsas de NY avançam com otimismo sobre Oriente Médio; S&P 500 e Nasdaq renovam recordes
Expectativas de avanços diplomáticos e trégua entre Líbano e Israel impulsionam Wall Street, que registra novos recordes históricos.
As bolsas de Nova York encerraram esta quinta-feira, 16, em leve alta, impulsionadas pelo otimismo em torno de possíveis avanços diplomáticos no Oriente Médio. O S&P 500 e o Nasdaq renovaram seus recordes de fechamento, refletindo o clima positivo após declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre um possível encontro com o Irã já neste fim de semana e o anúncio de cessar-fogo entre Líbano e Israel.
O Dow Jones subiu 0,24%, fechando aos 48.578,60 pontos. O S&P 500 avançou 0,26%, para 7.041,09 pontos, enquanto o Nasdaq ganhou 0,26%, encerrando aos 24.102,70 pontos.
Durante as máximas do dia, o S&P 500 atingiu 7.051,23 pontos e o Nasdaq chegou a 24.156,18 pontos, ambos estabelecendo novos recordes históricos, tanto nas máximas intradiárias quanto nos fechamentos.
Apesar da intensidade moderada, os índices de Wall Street ampliaram os ganhos da sessão anterior, diante da expectativa de que o conflito entre EUA, Israel e Irã possa ser encerrado em breve. No entanto, o fluxo de navios de petróleo pelo Estreito de Ormuz segue severamente restrito.
Entre os destaques do dia, as ações da PepsiCo subiram 2,28% após a companhia superar as expectativas de lucro e receita no primeiro trimestre. Já a Netflix (+0,07%) e a Alcoa (-0,11%) divulgaram seus resultados após o fechamento do mercado. Em contrapartida, a Alphabet, controladora do Google, recuou 0,33% após a União Europeia recomendar que a empresa compartilhe dados de seu mecanismo de busca com terceiros.
O setor aéreo também sofreu perdas, refletindo preocupações quanto aos custos e à demanda por combustível. O diretor-executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, alertou que voos poderão ser cancelados "em breve" caso o bloqueio no fornecimento de petróleo devido à guerra no Irã persista. As ações da Delta e da SouthWest caíram 2,92% e 2,57%, respectivamente.
No âmbito da política monetária, John Williams, presidente do Federal Reserve de Nova York, afirmou que a perspectiva econômica dos EUA permanece "altamente incerta" diante do conflito no Oriente Médio. Já Stephen Miran, diretor do Fed, minimizou o impacto da guerra sobre a inflação e declarou não ver motivos convincentes para adiar cortes de juros.
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