Geral
FMI orienta cautela diante da gravidade do cenário, mas descarta pânico
Diretora-geral do FMI destaca necessidade de reconhecer desafios atuais e adotar medidas para conter preços da energia
Kristalina Georgieva, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou nesta quinta-feira, 16, que é fundamental reconhecer a gravidade da situação econômica global, embora tenha ressaltado que não há motivo para pânico.
Durante participação em um debate promovido pelo FMI sobre a economia mundial, Georgieva observou que, apesar de vivermos em um mundo acostumado a mudanças rápidas, ainda existem áreas marcadas por processos mais lentos. Como exemplo, citou o deslocamento de um navio do estreito de Ormuz até o Pacífico, que pode levar até 40 dias.
A dirigente recomendou a implementação de medidas para restringir a demanda, como parte de um conjunto de ações para enfrentar a alta dos preços da energia, impulsionada pela guerra no Oriente Médio.
Sobre o avanço da inteligência artificial na economia, Georgieva alertou para a existência de vencedores e perdedores nesse processo, enfatizando a importância de atenção a ambos os lados.
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