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Operação interestadual prende dois homens por pornografia infantil em Alagoas; um deles em Palmeira dos Índios

Ações coordenadas pela Polícia Civil em Maceió e Palmeira dos Índios desarticulam compartilhamento de imagens de menores em redes sociais

16/04/2026
Operação interestadual prende dois homens por pornografia infantil em Alagoas; um deles em Palmeira dos Índios
- Foto: Ascom PCAL

Uma operação integrada da Polícia Civil de Alagoas, realizada na manhã desta quinta-feira (16), resultou na prisão de dois homens suspeitos de divulgação e armazenamento de pornografia de vulnerável. As capturas ocorreram na capital e no interior do estado, em um esforço conjunto com a Justiça da Paraíba para combater crimes sexuais no ambiente digital.

Flagrante na Capital

No bairro da Jatiúca, em Maceió, um tradutor de 26 anos foi preso em flagrante durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão. Sob a coordenação do delegado Bruno Tavares, os agentes encontraram evidências de que o suspeito utilizava o aplicativo Telegram para disseminar imagens de teor sexual de sua própria enteada, uma criança de apenas 11 anos, além de outro menor de idade.

Desdobramento no Interior

A ofensiva se estendeu até Palmeira dos Índios, no Agreste alagoano. Em uma segunda frente de trabalho coordenada pelo delegado Rodrigo Temoteo, a Diretoria de Inteligência Policial (Dinpol) efetuou a prisão de outro indivíduo. Ele é acusado de armazenar e compartilhar materiais ilícitos envolvendo crianças e adolescentes.

Próximos Passos

A cooperação entre as polícias de Alagoas e da Paraíba reforça o cerco contra a exploração infantil no país. De acordo com as autoridades, o foco agora volta-se para a análise técnica:

Custódia: Os detidos aguardam audiência de custódia e permanecem à disposição da Justiça.

Perícia: Dispositivos eletrônicos (celulares e computadores) foram apreendidos e passarão por perícia.

Investigação: O objetivo é identificar a extensão da rede de compartilhamento e localizar possíveis outras vítimas.

Importante: O crime de divulgação de cena de sexo ou pornografia de vulnerável é previsto no Código Penal e prevê penas severas de reclusão.