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Chileno reincidente é preso após furtar mochila no Aeroporto de Guarulhos

Suspeito de 65 anos já havia sido detido por outros furtos em aeroportos de São Paulo e estava em liberdade desde fevereiro

15/04/2026
Chileno reincidente é preso após furtar mochila no Aeroporto de Guarulhos
- Foto: Reprodução

A Polícia Civil prendeu em flagrante um chileno de 65 anos após ele furtar uma mochila de uma passagem no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, nesta terça-feira, 14. A identidade do suspeito não foi divulgada pela polícia, o que impossibilitou o contato da reportagem com sua defesa.

De acordo com o boletim de ocorrência, o homem aproveitou um momento de distração da vítima, que estava sentado, para furtar a mochila e deixar o local. Em seguida, policiais civis localizaram e efetuaram a prisão do suspeito.

A prática é considerada recorrente. Segundo a Polícia Civil, o chileno é investigado por outro furto ocorrido no aeroporto em 12 de abril deste ano. Ambos os casos foram registrados na 3ª Delegacia de Atendimento ao Turista (Deatur) do Aeroporto Internacional de Guarulhos, que segue apurando os fatos.

O indiciado possui histórico criminal por furtos em aeroportos de São Paulo e estava respondendo em liberdade desde fevereiro, conforme informado a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP).

Em 25 de outubro do ano passado, ele também foi preso em flagrante após furtar um piloto. Ao todo, é apontado como autor de pelo menos nove furtos no Aeroporto Internacional de São Paulo, incidentes entre agosto e outubro de 2025, além de serem investigados por outros três crimes semelhantes no Aeroporto de Congonhas. Na ocasião, a Deatur acordos e deteve o suspeito no bairro do Tatuapé, zona leste da capital.

Em nota, a Aena, expedição responsável pelo Aeroporto de Congonhas, afirmou que "desde que herdou a gestão do Aeroporto de Congonhas, reforçou todas as equipes de segurança. Além disso, coopera com as autoridades e possui câmeras integradas ao projeto SmartSampa, com vigilância 24 horas nas dependências do terminal de passageiros".

O Estadão entrou em contato com a Delegacia da Polícia Federal no Aeroporto Internacional de Guarulhos e com a Gru Airport, operação do aeroporto, mas não obteve resposta até a publicação desta matéria.