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Onde a escrita falha, o desenho cura? O desafio da saúde no sertão
Médico de Petrolina cria prescrições ilustradas para driblar o analfabetismo e garantir acesso ao tratamento.
No coração da zona rural de Petrolina, em Pernambuco, o maior obstáculo entre o diagnóstico e a cura não é a falta de medicamentos, mas o silêncio imposto pelo analfabetismo.
Diante da dificuldade de muitos pacientes em compreender as receitas médicas, um médico local inovou ao transformar o papel em uma ponte acessível de comunicação. Ele passou a adaptar suas prescrições com desenhos simples: uma xícara de café indica o uso pela manhã, uma lua com estrelas sugere o horário noturno, e círculos representam a quantidade de comprimidos.
Essa iniciativa tem ajudado a vencer a exclusão social, permitindo que mais pessoas sigam corretamente seus tratamentos. Para discutir o impacto dessa prática, Rafael Costa e Kaique Santos recebem o doutor Renato de Paula — fisioterapeuta, neurocientista, PhD pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pela Imperial College London, além de ex-presidente da Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj) — e Roberto Catelli, coordenador de educação e da unidade editorial da Ação Educativa, organização responsável pelo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf).
O debate está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
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