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Inflação nos EUA deve retornar à meta de 2% no fim de 2027, aponta ata do Fed
Banco central norte-americano prevê maior pressão inflacionária no curto prazo, mas mantém projeção de convergência à meta no próximo ano.
A ata da última reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed), divulgada nesta quarta-feira, 8, indica que a equipe técnica do banco central dos Estados Unidos passou a perceber uma pressão inflacionária mais intensa no curto prazo. A expectativa é que a inflação retorne à meta de 2% apenas no final de 2027, influenciada pela alta nos preços de energia e outras commodities, consequência do conflito no Oriente Médio.
O documento ressalta ainda que algumas métricas de expectativas de inflação de curto prazo aumentaram, refletindo o expressivo avanço nos preços do petróleo.
“Com a inflação acima de 2% desde o início de 2021 e diante dos possíveis impactos dos acontecimentos no Oriente Médio, existe o risco relevante de que a inflação se mostre mais persistente do que o antecipado”, afirma o Fed.
Apesar da revisão para cima na previsão de inflação este ano, o comitê e a equipe técnica do banco central mantêm a avaliação de que a inflação deve convergir para a meta de 2% no fim do próximo ano, ainda que o processo possa ser irregular. “Com a expectativa de que os efeitos dos preços mais elevados do petróleo e das tarifas sobre a inflação diminuam ao longo deste ano, projeta-se que a inflação retorne à tendência desinflacionária anterior”, conclui o documento.
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