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Médico e enfermeira são presos por venda irregular de emagrecedores

Operação Monjauro apreende medicamentos proibidos em clínica na zona sul do Rio; policiais investigam distribuição ilícita.

08/04/2026
Médico e enfermeira são presos por venda irregular de emagrecedores
Policiais apreendem medicamentos proibidos durante operação em clínica no Rio de Janeiro.

Um médico e uma enfermeira foram presos em flagrante durante mais uma etapa da Operação Monjauro, realizada em uma clínica localizada na Estrada do Joá, em São Conrado, zona sul do Rio de Janeiro.

Policiais civis da Delegacia do Consumidor (Decon), com apoio do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), apreenderam na clínica diversos medicamentos proibidos, incluindo as chamadas canetas emagrecedoras. Todo o material foi recolhido para análise.

“Diante da gravidade das irregularidades, o dono da clínica, que é médico, e a responsável técnica do local, uma enfermeira, foram presos em flagrante”, informou a Secretaria de Estado de Polícia Civil.

Os dois profissionais foram autuados por crimes contra a ordem tributária e contra as relações de consumo.

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Investigação

O trabalho de inteligência e monitoramento da clínica permitiu aos agentes identificar as irregularidades, levando à fiscalização no local.

Durante as buscas, os policiais encontraram canetas emagrecedoras proibidas, hormônios sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e diversos medicamentos vencidos, segundo a Secretaria de Polícia Civil.

De acordo com as investigações, os produtos eram distribuídos a partir da cidade de São Paulo.

A Delegacia do Consumidor segue apurando a distribuição dos medicamentos, com diligências para identificar toda a cadeia criminosa, especialmente os fornecedores das substâncias ilícitas.

A Operação Monjauro, da Decon, mira criminosos envolvidos na comercialização e aplicação de medicamentos irregulares.

Na última segunda-feira (6), agentes da Decon já haviam prendido um casal que comercializava, de forma ilícita, produtos terapêuticos e medicamentos emagrecedores.

“Os itens tinham origem desconhecida e não possuíam autorização da Anvisa”, reforçou a Secretaria de Polícia Civil.

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