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Bolsas de NY fecham em baixa diante de desafios para desarmar conflito no Oriente Médio
As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta terça-feira, 24, diante dos desafios para desarmar o conflito no Oriente Médio que tem colocado um fardo sobre a popularidade do presidente dos EUA, Donald Trump, em um momento político crucial diante da aproximação das eleições de meio de mandato.
O Dow Jones fechou em baixa de 0,18%, aos 46.123,72 pontos. O S&P 500 terminou com recuo de 0,37%, aos 6.556,40pontos, e o Nasdaq encerrou com declínio de 0,84%, aos 21.761,89 pontos.
O petróleo fechou com recuperação parcial do tombo da véspera, em meio à continuação dos ataques entre Israel e Irã, após o país persa negar que possui negociações em andamento com os EUA.
Em meio à volatilidade do petróleo, as companhias aéreas fecharam sem coesão, após terem se beneficiado da queda da commodity na véspera. A American Airlines e United Airlines cederam 0,93% e 0,43%, respectivamente. A Delta subiu 2,33%. Entre as empresas petrolíferas, a Chevron ganhou 0,77% e a ExxonMobil, 2,64%.
As ações da Circle cederam 20% em meio a reações sobre proposta de emenda a um projeto de lei sobre a estrutura do mercado de criptomoedas, o Clarity Act, nos EUA. A versão proibiria recompensas sobre saldos de stablecoins e baniria estruturas "economicamente equivalentes a juros", ameaçando um incentivo fundamental que impulsionou a adoção do USDC. A plataforma Coinbase despencou 9,8%.
A Estée Lauder prolongou a queda da véspera e cedeu 12% após confirmar negociação para comprar a Puig, detentora da marca Jean Paul Gaultier.
O Jefferies ganhou 2,5% após o Financial Times ter noticiado que o grupo financeiro japonês Sumitomo Mitsui avalia a possibilidade de uma aquisição.
As ações da Apollo Global Management subiram 0,7%, em recuperação da queda vista mais cedo. Um documento regulatório mostrou que um dos fundos de crédito privado da empresa limitou os saques ao limite estabelecido de 5% após receber solicitações de resgate de 11,2% das quotas em circulação.
No front macroeconômico, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) de serviços dos EUA caiu em fevereiro, contrariando a expectativa de alta.
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