Geral

Em encontro na Casa Branca, Trump e Takaichi discutem a guerra no Oriente Médio

Primeira-ministra do Japão reafirma aliança com EUA e destaca oposição ao programa nuclear iraniano; acordo bilionário para construção de reatores é firmado.

20/03/2026
Em encontro na Casa Branca, Trump e Takaichi discutem a guerra no Oriente Médio
Em encontro na Casa Branca, Trump e Takaichi discutem a guerra no Oriente Médio - Foto: © ANSA/EPA

A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, reforçou a parceria estratégica com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante reunião realizada na Casa Branca na quinta-feira, 19. Apesar da negativa japonesa em apoiar diretamente os EUA na liberação do Estreito de Ormuz, Takaichi destacou que o Japão se posiciona firmemente contra o desenvolvimento do programa nuclear do Irã.

“Mesmo diante desse cenário, acredito firmemente que é apenas você, Donald, quem pode alcançar a paz em todo o mundo”, afirmou a primeira-ministra ao presidente americano.

Durante a coletiva de imprensa, Trump provocou polêmica ao mencionar o ataque japonês a Pearl Harbor, em 1941. Questionado sobre a falta de aviso prévio a aliados antes dos ataques americanos ao Irã, Trump respondeu: “Não contamos a ninguém sobre isso porque queríamos surpresa. Quem sabe mais sobre surpresa do que o Japão? Por que você não me contou sobre Pearl Harbor?”

Trump ainda declarou a jornalistas que discutiu com Takaichi o grau de apoio japonês à guerra contra o Irã. “Eles estão realmente se esforçando”, disse, sem detalhar as ações.

Takaichi, por sua vez, afirmou que ambos concordaram sobre a importância estratégica de garantir a segurança no Estreito de Ormuz, mas ressaltou a Trump as limitações impostas pela legislação japonesa quanto ao envolvimento do país.

Acordo nuclear

No encontro, Takaichi e Trump assinaram um acordo de US$ 40 bilhões para a construção de reatores nucleares nos Estados Unidos, segundo informou a Casa Branca. As empresas GE Vernova, dos EUA, e Hitachi, do Japão, serão responsáveis pela instalação de reatores modulares avançados no Tennessee e no Alabama. O objetivo é estabilizar os preços da eletricidade e ampliar a oferta energética no país.

Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.