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Japão, Reino Unido e China ampliam posição como maiores credores de títulos dos EUA em janeiro
Dados do Tesouro americano mostram aumento nas participações de japoneses, britânicos e chineses; Brasil reduz carteira.
O Japão, principal detentor estrangeiro de títulos do Tesouro dos EUA, ampliou sua carteira para US$ 1,225 trilhão em janeiro de 2026, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pelo Departamento do Tesouro. Em dezembro, o Japão detinha US$ 1,185 trilhão em papéis americanos.
O Reino Unido também elevou sua participação, atingindo US$ 895,3 bilhões em janeiro, frente aos US$ 866 bilhões registrados em dezembro. Já a China continental, terceira maior credora dos EUA, aumentou sua carteira para US$ 694,4 bilhões, ante US$ 683,5 bilhões em dezembro.
Por outro lado, o relatório aponta que o Brasil reduziu sua posição, passando de US$ 168,7 bilhões em dezembro para US$ 168 bilhões em janeiro.
O Tesouro americano destacou ainda que os residentes estrangeiros aumentaram suas participações em títulos de longo prazo dos EUA no período, com compras líquidas de US$ 63,5 bilhões. Investidores estrangeiros privados responderam por US$ 42 bilhões dessas compras, enquanto instituições oficiais estrangeiras adquiriram US$ 21,4 bilhões em títulos.
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