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Sabesp finaliza reparo de cratera na Marginal Tietê após quase um ano

Companhia conclui recuperação do interceptor de esgoto, mas asfaltamento e liberação total da via seguem previstos para março.

17/03/2026
Sabesp finaliza reparo de cratera na Marginal Tietê após quase um ano

Mais de onze meses após a abertura de uma cratera na Marginal Tietê, próxima à Ponte Atílio Fontana e à saída da Rodovia Anhanguera, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) concluiu, nesta terça-feira (17), uma obra de reparo do interceptor de esgoto pelo incidente.

Apesar da conclusão do concerto do interceptor, a entrega final da obra está prevista para o fim de março. “As equipes já desmontaram o canteiro de obras e a Companhia está em tratativas com a Prefeitura para a finalização dos reparos e asfaltamento da pista” , informou a Sabesp em nota oficial.

A Secretaria Municipal das Subprefeituras (SMSUB) acompanha os trabalhos e mantém o fluxo de veículos organizado e sinalizado no local. "O serviço de reparo do asfalto no trecho será executado pela rota. De acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o trecho segue diretamente direcionado para o trânsito até o fim da manutenção" , ressaltou a secretaria.

O interceptor é uma periferia de grande porte, com 2,50 metros de diâmetro, responsável por coleta de esgoto de redes menores e transportá-lo até as estações de tratamento, sendo essencial para o sistema de saneamento da capital e da Grande São Paulo.

Uma estrutura precisa de reparo após o rompimento de uma caixa de acesso, utilizada por técnicos para manutenção. Nos últimos meses, equipes da Sabesp atuaram no interior da embarcação, a cerca de 18 metros de profundidade, recuperando a estrutura de concreto.

Para viabilizar o acesso ao interceptor, a companhia realizou um desvio temporário capaz de transferir 2.750 litros por segundo de esgoto, distribuídos por diferentes trechos da Marginal Tietê.

A Sabesp destacou ainda o uso de uma tecnologia iniciada para a recuperação: um gel químico injetado no solo, que cria uma barreira impermeável e funciona como uma “cola líquida”, resistindo no terreno, impedindo infiltrações e riscos durante as escavações.