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Venda de remédios em supermercados: risco sanitário ou avanço logístico?
Projeto aprovado pelo Congresso permite comercialização de medicamentos em supermercados com farmácias exclusivas e farmacêutico responsável. Especialistas debatem impactos para a saúde pública.
A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que autoriza a venda de medicamentos em supermercados.
O texto, já aprovado pelo Senado, aguarda agora a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pela proposta, supermercados poderão comercializar medicamentos, inclusive os de uso controlado, desde que mantenham farmácias em espaços exclusivos, separados das demais gôndolas, e contem com a presença de um profissional farmacêutico durante todo o horário de funcionamento.
A medida levanta questionamentos sobre possíveis impactos na saúde pública. Entre as dúvidas estão o risco de banalização do consumo de medicamentos e eventuais problemas sanitários decorrentes da ampliação dos pontos de venda.
Para discutir as implicações do projeto de lei, Thaiana de Oliveira e Rafael Costa recebem Camilo Carvalho, presidente do Conselho Regional de Farmácia do Rio de Janeiro (CRF-RJ), e Gonzalo Vecina Neto, fundador e primeiro diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O debate já está disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM.
Por Sputnik Brasil
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