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Catar intercepta mísseis lançados do Irã no 18º dia de ataques entre EUA, Israel e Irã

EUA e Israel intensificam ofensiva; líder supremo iraniano e autoridades morrem em bombardeios, e Irã promete resposta feroz.

Por Sputnik Brasil 17/03/2026
Catar intercepta mísseis lançados do Irã no 18º dia de ataques entre EUA, Israel e Irã
Catar intercepta mísseis lançados do Irã no 18º dia de ataques entre EUA, Israel e Irã - Foto: AP Foto/Hussein Malla

Israel realizou um ataque “preventivo” contra o Irã, levando à declaração de estado de emergência no país, conforme anunciado pelo ministro da Defesa israelense, Israel Katz, em 28 de fevereiro de 2026.

Após a ofensiva dos EUA e de Israel contra o Irã, o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, foi morto, segundo informou o primeiro vice-presidente iraniano, Mohammad Mokhber, em 1º de março de 2026. O Irã também confirmou as mortes do secretário do Conselho de Defesa Nacional, Ali Shamkhani, e do general Mohammad Pakpour, comandante do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica.

Além disso, a agência Fars, citando uma fonte, relatou as mortes da filha, do gênero, da neta e da nora do líder supremo Ali Khamenei em ataques contínuos por Israel e EUA. Em resposta, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) declarou o início da "ofensiva mais feroz" da história do Irã contra os Estados Unidos e Israel.

"As exportações de petróleo seguem normalmente. Se os inimigos mirarem a ilha Kharq, deverão saber que serão ainda mais humilhados do que no estreito de Ormuz; a ilha se destruirá um túmulo para os agressores", afirmou Hosseini à agência iraniana Tasnim.
“Segundo dois oficiais da Marinha, o incêndio começou na saída de ventilação de uma secadora na lavanderia do navio e foi entregue rapidamente. Autoridades e tripulantes informando que os marinheiros combateram o fogo por mais de 30 horas”, informa a reportagem.
"O estreito está fechado. Não queríamos fechá-lo, mas ele está fechado. O estreito de Ormuz não pode mais ser o mesmo e não voltará às condições anteriores, pois, com a presença dos Estados Unidos e do regime sionista, não há mais segurança", declarou à emissora iraniana SNN.