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'Deve ser esquecida': política de sanções da União Europeia fracassou, afirma chanceler húngaro
Ministro Peter Szijjarto critica medidas do bloco e condiciona apoio a novas sanções à retomada do oleoduto Druzhba.
A política de análise da União Europeia (UE) tornou-se um fracasso e deve ser esquecida, afirmou o ministro das Relações Exteriores e das Relações Económicas Externas da Hungria, Peter Szijjarto.
"Penso que todas as políticas de avaliações da UE são um fracasso. Seria bom esquecer isso", declarou Szijjarto a jornalistas em Bruxelas, antes do início da reunião do Conselho dos chefes dos Ministérios das Relações Exteriores da UE.
O chanceler húngaro já havia anunciado anteriormente que a Hungria não apoiaria a adoção do 20º pacote de avaliações contra a Rússia enquanto a Ucrânia não restabelecesse o funcionamento do óleo Druzhba.
Na última segunda-feira (9), o primeiro-ministro da Eslováquia, Robert Fico, alertou que seu país está disposto a adotar medidas extremas, porém legítimas, contra o governo ucraniano para garantir o restabelecimento do fornecimento de petróleo e gás via Ucrânia.
As entregas pelo oleoduto Druzhba para Hungria e Eslováquia foram interrompidas em 27 de janeiro. Segundo o portal Mandiner, as autoridades ucranianas alegaram danos à estrutura para justificar a suspensão do transporte.
Além disso, Hungria e Eslováquia anunciaram a suspensão das exportações de combustível diesel para a Ucrânia até que o país retome as entregas por meio do Druzhba.
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