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UE pede moderação e segurança nuclear no Oriente Médio; França alerta para 'situação de guerra'
Líderes europeus destacam importância da diplomacia e da proteção nuclear, enquanto França reforça alerta sobre escalada militar na região.
Líderes da União Europeia divulgaram neste sábado uma declaração conjunta pedindo moderação e engajamento diplomático no Oriente Médio, com foco em garantir a segurança nuclear.
“Garantir a segurança nuclear e prevenir quaisquer ações que possam aumentar ainda mais as tensões ou minar o regime global de não proliferação é de importância crítica”, afirmaram Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, e António Costa, presidente do Conselho Europeu. “Apelamos a todas as partes para exercerem máxima moderação, proteger os civis e respeitar plenamente o direito internacional.”
Os líderes ressaltaram que a União Europeia tem buscado soluções diplomáticas para questões sensíveis, mas mantém “sanções extensivas em resposta às ações do regime do Irã e da Guarda Revolucionária”.
Segundo a declaração, Bruxelas trabalha em cooperação com os 27 países-membros do bloco para garantir o apoio aos cidadãos europeus presentes no Oriente Médio.
A chefe da política externa da UE, Kaja Kallas, anunciou a retirada de alguns funcionários da região, mas destacou a manutenção de uma missão marítima no Mar Vermelho e a coordenação de “caminhos diplomáticos” com parceiros árabes. “O regime do Irã matou milhares. Seus programas de mísseis balísticos e nucleares, juntamente com o apoio a grupos terroristas, representam uma séria ameaça à segurança global”, alertou Kallas.
Em paralelo, autoridades da França recomendaram que seus cidadãos exerçam “extrema cautela” no Oriente Médio. O país mantém bases e presença militar regular na região. “Uma escalada militar está em andamento. Não é o momento para negociações, estamos em situação de guerra”, afirmou Alice Rufo, do Ministério da Defesa francês, ao canal France-2.
Questionado sobre o envolvimento de forças francesas, o porta-voz militar da França, coronel Guillaume Vernet, evitou detalhar operações. “As Forças Armadas francesas continuam a adaptar sua postura a ameaças e a implementar medidas para garantir monitoramento e proteção das nossas instalações”, disse, acrescentando que o país mantém uma “avaliação independente” da situação.
Fonte: Associated Press.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Tribuna do Sertão.
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