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Descoberta no Malawi revela pira funerária de 9.500 anos e rituais de cremação entre caçadores-coletores
Achado é a evidência mais antiga de cremação humana na África, desafiando visões sobre rituais de grupos pré-históricos.
Um estudo recente revelou a evidência mais antiga de cremação humana conhecida no continente africano, estendendo o registro dessa prática em milhares de anos e desafiando visões tradicionais sobre o comportamento social e ritualístico de antigos caçadores-coletores, conforme publicado na revista Archaeology News.
O artigo aponta que a nova descoberta concentra-se em uma pira funerária de 9.500 anos localizada na base do Monte Hora, no norte do Malawi, um marco geográfico notável que aparentemente detinha grande significado simbólico para comunidades pré-históricas.
"Este achado [...] fornece evidências da pira de cremação in situ mais antiga já conhecida, contendo os restos mortais de um adulto. É o exemplo mais antigo de piras intencionalmente construídas para cremar um corpo, algo não identificado previamente entre caçadores-coletores africanos desse período", destaca a publicação.
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