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Primeira superlua de 2026 é registrada no Brasil neste sábado (3)

Sputinik Brasil 04/01/2026
Primeira superlua de 2026 é registrada no Brasil neste sábado (3)
Foto: © Sputnik / Guilherme Correia

A primeira superlua de 2026 iluminou o céu na noite deste sábado (3), marcando o início do calendário anual de observação lunar. O fenômeno ocorre quando a Lua Cheia coincide com o perigeu, ponto de maior proximidade orbital em relação à Terra, o que faz o disco lunar parecer ligeiramente maior e mais brilhante.

Embora a diferença não necessariamente seja evidente a todo tempo a olho nu, a luminosidade chamou atenção de observadores em diversas regiões do mundo e pôde ser vista no céu do interior do Brasil por volta das 20h (de Brasília).

A superlua de janeiro também coincidiu com o período de atividade da chuva de meteoros Quadrântidas, tradicionalmente uma das mais intensas do início do ano.

Apesar do brilho lunar reduzir a visibilidade dos meteoros, cientistas destacam que a combinação dos dois eventos é relativamente rara e costuma mobilizar astrônomos amadores e profissionais.

Especialistas explicam que superluas não representam riscos nem alterações físicas perceptíveis na Terra, mas ajudam a popularizar a observação astronômica por ocorrerem em fases facilmente reconhecíveis e visíveis sem equipamentos.

A luminosidade acentuada costuma ser mais notada logo após o nascer da Lua, quando o satélite está próximo ao horizonte e efeitos atmosféricos reforçam sua aparência.

Segundo previsões astronômicas, 2026 terá outras superluas no fim do ano, com destaque para as datas de 24 de novembro e 23 a 24 de dezembro, quando a Lua novamente estará próxima do perigeu durante sua fase cheia.

Esses eventos deverão ser visíveis em grande parte do globo, dependendo das condições climáticas locais.

Para quem pretende acompanhar futuros fenômenos, astrônomos recomendam observar a Lua em locais com pouca iluminação artificial, preferencialmente nos primeiros minutos após o surgimento no horizonte.

Celulares e câmeras convencionais costumam registrar bem o evento, desde que estabilizados e com foco ajustado para objetos luminosos em baixa luz.