Curiosidades

Luana Piovani fala sobre relacionamentos, revela como identifica 'boys lixo' e compartilha fetiche

Atriz detalha experiências amorosas, comenta sobre casamento e expõe preferências íntimas em conversa descontraída

Agência O Globo - 13/04/2026
Luana Piovani fala sobre relacionamentos, revela como identifica 'boys lixo' e compartilha fetiche
Luana Piovani - Foto: Reprodução / Instagram

Luana Piovani abriu o jogo sobre relacionamentos e intimidade em entrevista ao videocast do GLOBO, ‘Conversa vai, conversa vem’.

Enfileirou 'meninos lixo'. Como identificá-los? Eh, garoto, bom?

Enfileirei mesmo. Tenho o olhar treinado para o estético, assim como (risos). Nunca me interessei por alguém mais ou menos. Intelectual, inteligente, gentil, generoso... Garoto bom eu estou achando que não tem. Agora, menino lixo é fácil de identificar: primeiro, o ghosting. Tem uns que alguns por dois dias; outros, por 15 minutos. O último demorou um mês e meio. Fiquei até achando... mas quando aconteceu, Pensei: 'Mais do mesmo'. Pena, não conseguiu aproveitar o bilhete premiado, perdeu, papai (risos).

O que te dá tesão?

Tenho essa coisa com braço, peito, músculo... Um apego à forma física que tento resolver na análise. Até aumentari um pouco a faixa etária (risos). Mas o negócio do corpinho ainda me atrai. Preciso que eu me sinta frágil.

Um paradoxo diante da mulherão forte que é... O clássico fetiche da poderosa que gosta de ser dominada na cama.

Exatamente. Gosto de servir. As pessoas falam: 'Você não dirige? Como assim? É tão independente'. Daí, meu terapeuta diz: 'Você não dirige carro porque já dirige coisa demais'. Ufá! É verdade!

Na sua peça, 'Cantos da lua', você contém um bom fecho que deu em um menino lixo...

Conto. Depois de levar um ghosting, escrevi um texto enorme e terminei dizendo: 'A gente transou três vezes, e nenhuma delas eu gozei' (risos).

Ainda acredita em casamento?

Tá maluca? Tenho pânico dessa palavra. Totalmente traumatizada! Quando as pessoas vão se casar, eu falo: 'Não casa!'. Vejo na rua e penso: 'Quem vai avisar a noiva que está fazendo uma foto?'. Sou completamente contra. Não acredito na instituição casamento da forma como ela é apresentada hoje. Quando mudam a receita, tudo aí bem.

Porque sobra tudo para a gente, né? Ok, dez meia de homens bacanas entendendo que é 'cinquenta e cinquenta'. Mas é muito difícil encontrar uma mulher que virou mãe, ou mesmo sem filhos mas casados, que se priorize. Quando temos uma família, priorizamos o conjunto. Eles, não. Eles são priorizados. Mesmo casada, você está sozinho. Foi por isso que me separei. Se para ser assim, prefiro não ficar com uma pessoa só. Quero que o poder não seja mais monogâmico.

Muitas mulheres estão tirando a relação amorosa do centro da vida, lugar que ocupam com as amizades...

É uma consciência que vem da realidade. Não existem homens bacanas para se relacionar. Então, começamos a perceber como é bom 'namorar', 'casar' com as amigas. A gente entende que os homens muitas vezes nos fazem mal, estão sempre tentando nos tolher, sabotar. Querem nos manter submissas. Aí, percebemos que não queremos mais isso, que estamos mais felizes com as amigas. Claro que falta a 'assistência técnica' que ando tentando encontrar. Mas, quando escutam amigas contando experiências com homens, penso: 'Como é bom não ter um namorado, que quebra não ter ninguém me fazendo mal'.