Cultura Pop
Sam Smith surpreende fãs ao passar o réveillon na Amazônia: 'Do nada'
Cantor publicou registros da paisagem no local e passou a virada do ano usando uma roupa verde
O cantor britânico Sam Smith surpreendeu os fãs ao compartilhar que passou a virada do ano na Amazônia. O músico publicou em seu perfil no Instagram uma série de fotos mostrando a paisagem do local e também o look verde que escolheu para o réveillon. Na legenda, ele escreveu: "Feliz ano novo mundo. Amor da Amazônia".
Artistas internacionais aguardados estarão no Brasil em 2026; veja a agenda dos grandes shows
Dez anos depois, veja como estão os participantes do 'BBB 16'
Nos comentários, um fã disse: "Do nada!". Outro falou: "Estou passada". Um terceiro internauta disse que o músico estava no Brasil: "Gostou da nossa terra?". Mas um quarto falou que o cantor está no Peru: "Ele foi visto em Lima". Outra pessoa quis saber de Smith: "Você está tão pertinho e não contou para nós?".
Teve fã que não se importou em saber o país, mas ficou feliz pelo britânico estar tão pertinho: "Não me importando em qual país ele escolheu pra passar a virada, mas achando legal pela escolha ser a Floresta Amazônica. Seja bem-vindo". "É um destino espetacular", elogiou outro nos comentários da postagem do artista.
Smith não foi o único gringo que decidiu passar a virada do ano e receber 2026 longe de casa. Shawn Mendes, por exemplo, está em Alagoas ao lado de Bruna Marquezine e outros amigos brasileiros. Os dois forram vistos passeando e aos beijos juntos por lá. Rosalía também está por aqui. Ela foi na Rocinha, na Pedra do Sal e passou o réveillon na praia de Ipanema.
Mais lidas
-
1TECNOLOGIA MILITAR
Revista americana destaca caças russos de 4ª geração com empuxo vetorado
-
2TECNOLOGIA
Avião russo 'Baikal' faz voo inaugural com motor e hélice produzidos no país
-
3VIDA SILVESTRE
Médico-veterinário registra nascimento e primeiros dias de filhotes de tucanuçu
-
4EQUILÍBRIO MILITAR
EUA manifestam preocupação com avanço da aviação embarcada chinesa
-
5ENERGIA NUCLEAR
Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias