Alagoas
IMA aponta 13 trechos impróprios para banho em Alagoas; Maceió concentra oito pontos
Relatório analisou 68 locais no estado e identificou áreas com presença de bactérias acima dos limites considerados seguros; órgão recomenda evitar o mar após chuvas
O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) classificou 13 dos 68 pontos monitorados no estado como impróprios para banho. Os dados fazem parte do mais recente Relatório de Balneabilidade, que avalia a qualidade da água em praias, rios e lagoas alagoanos.
Maceió reúne a maior quantidade de áreas com restrição, com oito trechos considerados inadequados para banho. Outros cinco pontos estão distribuídos entre os litorais Norte e Sul do estado.
Oito pontos estão em Maceió
Na capital alagoana, os locais classificados como impróprios são a Praia do Pontal da Barra, na Avenida Assis Chateaubriand, aproximadamente 500 metros ao norte do emissário da Casal; dois trechos da Praia da Pajuçara, na Avenida Dr. Antônio Gouveia; e um ponto da Praia de Ponta Verde, na Avenida Álvaro Otacílio.
Também apresentam restrição trechos da Praia de Jatiúca, em frente ao Hotel Maceió Atlantic, e da Praia de Cruz das Almas, onde foram identificados dois pontos impróprios. A lista inclui ainda o Rio Pratagy, na ponte da AL-101 Norte.
Maragogi concentra pontos no Litoral Norte
No Litoral Norte, os três pontos classificados como impróprios estão localizados em Maragogi. As áreas ficam próximas às desembocaduras dos rios Salgado, Maragogi e Persinunga.
Já no Litoral Sul, o relatório aponta dois trechos com condições inadequadas para banho: a Prainha da Laguna, em Jequiá da Praia, na região central do município, e o Rio Niquim, na Barra de São Miguel, a cerca de 300 metros da foz.
Como é definida a qualidade da água
A classificação realizada pelo IMA segue os critérios estabelecidos pela Resolução nº 274/2000 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).
De acordo com os parâmetros adotados, um ponto é considerado próprio para banho quando, em pelo menos 80% das amostras coletadas nas cinco semanas anteriores, a concentração da bactéria Escherichia coli não ultrapassa 800 NMP por 100 mililitros de água.
O trecho passa a ser considerado impróprio quando esse requisito não é atendido ou quando a amostra mais recente apresenta concentração superior a 2 mil NMP de Escherichia coli por 100 mililitros.
Órgão reforça cuidados após chuvas
O IMA também chama a atenção dos banhistas para os riscos de entrar no mar nas horas seguintes às chuvas. A recomendação é evitar áreas próximas a rios, canais e córregos nas 24 horas posteriores às precipitações, já que o escoamento da água pode aumentar a possibilidade de contaminação por matéria de origem fecal.
O órgão orienta ainda que os banhistas não ingiram água do mar, especialmente crianças, e que evitem locais diretamente influenciados pela presença de rios, canais e córregos.
Mais lidas
-
1MOBILIDADE
Prefeitura inicia obras de R$ 46,9 milhões para ampliar ponte e criar terceira faixa na Ayrton Senna, na Barra da Tijuca
-
2ESTADO DE SAÚDE
Chiara Ferragni passa mal por causa de altitude durante viagem ao Peru
-
3ESPORTE
Palmeiras domina ranking de vendas mais caras do Brasil com cinco entre as 12 maiores
-
4DEFESA
Chefe da Marinha britânica reconhece o poderio da frota submarina da Rússia
-
5CONCURSO
RJ terá concurso para Secretaria de Planejamento e Gestão com 60 vagas de nível superior