Alagoas
Hospital Metropolitano de Alagoas completa 6 anos e já impactou mais de 1,8 milhão de pessoas
Inaugurado durante a pandemia de Covid-19, hospital se consolida como referência em média e alta complexidade, ampliando o acesso à saúde pública em Alagoas.
Referência em mídia e alta complexidade, o Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), em Maceió, completa, nesta sexta-feira (15), seis anos de atuação dedicada à saúde pública no estado. Inaugurado em 2020, em meio à pandemia de Covid-19, o hospital nasceu com a missão de ampliar o atendimento à população e tornou-se símbolo de cuidado, inovação e esperança para milhares de alagoanos.
Ao longo dessa trajetória, a unidade se consolidou como referência em serviços especializados, assistência humanizada e tecnologia, oferecendo atendimento exclusivo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em diversas especialidades médicas. Mais do que números, o Hospital Metropolitano de Alagoas reúne histórias de superação, recomeços e vidas transformadas diariamente.
Dados
Desde sua inauguração, o hospital registrou 23.836 internações e concedeu 19.964 altas hospitalares. Foram realizados mais de 121 mil exames de imagem, 1,5 milhão de exames laboratoriais e 113 mil consultas ambulatoriais. A unidade também contabilizou mais de 14 mil cirurgias realizadas. Ao todo, são mais de 1,8 milhão de vidas impactadas pelos serviços prestados.
Com programas como AVC Dá Sinais , Bate Coração , Ame-se e Ver Melhor Alagoas , além da atuação do Centro Estadual de Oncologia — interligado ao Programa Estadual de Oncologia (PEO) — e de diversos serviços especializados, o Hospital Metropolitano de Alagoas segue ampliando o acesso da população a uma saúde pública de qualidade.
"Celebrar os seis anos do Hospital Metropolitano de Alagoas é celebrar cada vida acolhida, cada paciente recuperado e cada profissional que dedica seu trabalho diariamente ao cuidado com o próximo. O hospital nasceu em um dos momentos mais difíceis da nossa história recente e, desde então, segue crescendo, inovando e fortalecendo a assistência pública em Alagoas", afirma Filipe Fernandes, diretor-geral da unidade.
Depoimentos
Claudierbh Albuquerque segue em atendimento no Hospital Metropolitano após uma crise renal. Ele passou por uma cirurgia minimamente invasiva e compartilha sua experiência: “O atendimento no hospital é maravilhoso, não faz nenhuma distinção a hospital particular, aqui tudo é top, a equipe então, maravilhosa!”, destaca.
A história do hospital também é marcada pelos pacientes que resgataram acolhimento e esperança. Entre eles está a pedagoga Patrícia Ferreira, que teve uma vida transformada após atendimento realizado no Metropolitano.
"Eu só tenho gratidão. Fui muito bem cuidado desde o primeiro momento e encontrei profissionais humanos, simpáticos e preparados. Hoje estou viva graças a esse atendimento", relata.
Patrícia foi diagnosticada com Síndrome de Arnold Chiari, uma condição neurológica rara que afeta a região onde o cérebro se conecta à medula espinhal. Ela realizou duas cirurgias no hospital e atualmente leva uma vida normal, ensinando, trabalhando e vivendo sem sequelas após a assistência recebida.
“Seis anos depois de sua inauguração, o Hospital Metropolitano segue com o mesmo propósito que motivou sua criação: cuidar de pessoas, salvar vidas e oferecer uma assistência digna e humanizada para toda a população alagoana”, reforça o gestor Filipe Fernandes.
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