Alagoas
TJAL participa de simpósio sobre sistema socioeducativo
Evento reuniu instituições para discutir políticas públicas e estratégias de qualificação da socioeducação no estado
O Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e Socioeducativo (GMF) do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) participou, na quinta-feira (19), do III Simpósio da Escola Estadual de Socioeducação em Alagoas (EES-AL/UFAL).
O simpósio abordou temas como os rumos das políticas de socioeducação no Brasil, educação e inclusão social, promovendo o diálogo entre especialistas e profissionais da área.
O evento foi realizado no auditório da Reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) e reuniu representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, Ministério Público, Superintendência de Medidas Socioeducativas, e as secretarias estaduais de Educação e de Assistência e Desenvolvimento Social.
O coordenador do GMF, juiz João Paulo Martins, representou o Tribunal no encontro e destacou a relevância da iniciativa para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à socioeducação.
“A Escola Estadual de Socioeducação representa um marco estratégico para o fortalecimento do Sistema Socioeducativo de Alagoas, na medida em que consolida um espaço permanente de formação, reflexão e qualificação dos profissionais que atuam na garantia de direitos de adolescentes em cumprimento de medidas socioeducativas”, afirmou o magistrado.
Ainda segundo o juiz, a proposta contribui para a construção de práticas mais qualificadas e alinhadas às diretrizes nacionais.
“A Escola contribui diretamente para a construção de práticas mais humanizadas, interdisciplinares e alinhadas às diretrizes do SINASE, qualificando o atendimento e fortalecendo a articulação entre os diversos atores da rede”, completou João Paulo Martins.
Coordenada pela professora doutora Elaine Pimentel Costa, a Escola surge como resposta à necessidade de formação continuada dos profissionais que atuam no sistema socioeducativo, diante dos desafios do atendimento a adolescentes em cumprimento de medidas.
Em seu segundo ano de atuação em Alagoas, a iniciativa é financiada com recursos federais do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania e está alinhada às diretrizes do Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE).
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