terça-feira, 30 de novembro de 2021

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Outubro Rosa: Cerca de 250 mulheres de Arapiraca travam luta contra o câncer de mama e colo do útero

Por Erick Balbino

Foto: Magno Almeida/Ascom Arapiraca

A descoberta de um câncer mexe com sentimentos como medo, ansiedade, frustração, insegurança e desamparo. A doença atinge toda a família, haja vista o impacto que provoca nessa esfera de convívio. Cerca de 250 mulheres de Arapiraca, de diferentes faixas etárias, travam uma batalha contra o câncer de mama e câncer de colo do útero.

Levando em consideração o número de pacientes da 2ª Macrorregião de Saúde, cujo tratamento é realizado na Capital do Agreste, dados da Coordenação da Rede de Oncologia apontam que mais de 600 mulheres estão travando essa batalha atualmente.

De acordo com a coordenadora da Rede, enfermeira Joana d’Árc, quanto mais rápida a doença é descoberta, mais são as chances de cura.

“Temos uma rede bastante estruturada para o tratamento do câncer, através do Hospital Chama. Mas é muito importante destacar que, para o sucesso do tratamento, é fundamental que as mulheres realizem os exames de investigação”, explicou Joana.

Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), a a previsão é que este ano o Brasil registre mais de 600 novos casos de câncer de mama. A previsão para Alagoas são 620 novos casos.

A campanha Outubro Rosa tem o objetivo de promover o autocuidado, incentivando essas mulheres a procurarem os serviços de saúde para a realização dos exames de investigação, como citologia (investigação para o câncer de colo do útero) e mamografia (para o câncer de mama).

A coordenadora de Saúde da Mulher, Epoliana Garrote, destaca o trabalho descentralizado desenvolvido pelas Unidades Básicas de Saúde e Unidades Especializadas, que tem atuado fortemente na divulgação das informações a respeito do assunto.

“Os exames são disponibilizados gratuitamente e o acesso se dá através das nossas Unidades Básicas. Sendo assim, convocamos todas as mulheres de Arapiraca que estão na faixa etária a procurarem seu posto de referência para marcar a investigação”, disse a enfermeira, reforçando que a importância da descoberta precoce.

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