terça-feira, 20 de agosto de 2019

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Disputa pelo comando do CSE envolve ciumeira em partido e pode prejudicar o clube

Por Redação

Faltam 55 dias para iniciar o Campeonato Alagoano da Segunda Divisão e o Clube Sociedade Esportiva, o CSE de Palmeira dos Índios continua sem presidente e essa lacuna pode prejudicar severamente os objetivos do tricolor na disputa pelo acesso para a primeira divisão.

A situação preocupa conselheiros do clube e principalmente os torcedores, que desejam ver o tricolor no grupo de elite do futebol alagoano.

O fator tempo é primordial e a menos de dois meses de iniciar o campeonato chamado de “tiro curto”, o CSE sem organização e planejamento pode perder o bonde da primeira divisão.

Na última semana uma reunião foi realizada para escolher o novo presidente – tendo em vista a renúncia de Antonio Umbelino e tudo se encaminhava para que o eleito por aclamação fosse o educador físico Carlos Guruba com o aval do prefeito Julio Cezar, porém uma candidatura de última hora, da radialista Grazziane Duarte impediu que se concretizasse o acerto em prol de Guruba.

Após o surgimento da segunda candidatura, o desportista Luciano Rey também colocou seu nome na disputa como opção para dirigir o clube.

Por força do Estatuto do Clube – já que houve dois nomes alternativos ao de Guruba na disputa, os conselheiros resolveram “respeitar” as regras e adiar o pleito.

Porém, nos bastidores, comenta-se que a candidatura de última hora, foi urdida dentro das hostes do PRTB, partido dirigido pelo secretário de Esportes Flávio Targino e cunhado da radialista-candidata.

Uma fonte da Tribuna do Sertão e que tem interesse direto no pleito informou que tudo não passa de “fogo amigo” e que Guruba, Targino e o vereador Abraão do BMG integram o mesmo partido, o PRTB e poderão disputar a eleição para vereador em 2020 e que caso Guruba fosse aclamado presidente do CSE ganharia “visibilidade demais” o que poderia prejudicar os objetivos de Targino e Abraão na eleição municipal de 2020, pois são concorrentes.

Até o presente momento (22), o vice-presidente do CSE Erisvaldo da Word ainda não comunicou aos demais conselheiros e suplentes (em número de 15 e 30 respectivamente) da nova eleição para presidente, como rege o Estatuto.

 

José Oliveira quer união

Conselheiro pede bom senso e união

O ex-vereador José Oliveira e integrante do Conselho deliberativo do CSE disse à reportagem que é necessário a escolha do novo presidente-tampão, tendo em vista que o time pode até ganhar o acesso à primeira divisão e perder o direito de disputá-la em 2020, pois há uma exigência para que o clube tenha presidente eleito sob pena de perder esse direito.

“Os artigos 32 e 47 do Estatuto do Clube são claros e manda fazer a eleição para cumprir o período deste mandato que vai até novembro”, diz José Oliveira.

“Sou um torcedor do CSE e como conselheiro prego o bom senso e a união de todos aqueles que fazem o clube. Não podemos vacilar, o tempo está passando e precisamos organizar o time, sob pena de perder no campo e até no tapetão”, finalizou Oliveira.

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