terça-feira, 16 de julho de 2019

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“0 Frustado”

Por Oduvaldo Persiano

Um poderoso Executivo, habituado às benesses do Poder e à convivência diuturna com os subservientes,  gabava-se de que, ao menor aceno,os seus não muito civilizados métodos de comandar, suas extravagantes opiniões e desejos inconfessáveis, eram imediatamente satisfeitos.

O hábito ambicioso pelas  fama e o costume em ser obedecido, deu-lhe um “Sratus Divino.  Não suportava questionamentos. Sua vontade era invariavelmente acolhida, sem protestos, mesmo que, em certas ocasiões, violassem regras, ferissem direitos e, impiedosamente até gerasse prejuízos ao bom andamento de seus grandiosos negócios !….

Sua esposa generosa e que lhe atendia nos mais desprezíveis propósitos, porque forçada e amedrontada, após vários  anos de sofrimento silencioso, fora acometida de mal incurável, sobrevindo-lhe a morte. O cruel, ambicioso e “infalível”  Chefão ,cujo único filho não lhe seguia os passos, encaminhando-se para ações ilícitas, buscando mais fortuna e mando, afastou-se do convívio atribulado do Genitor, que só mantinha em face da cara Genitora, deixando o  “ Todo Poderoso” em companhias ,obviamente interessadas em sua derrota, em seu declínio, ,m que pese o exercício da hipocrisia com que os comandados, em coro, cercavam o“Manda Chuva” .

Não é preciso demonstrar que os servos do momento, aguardavam ansiosos a decadência, a perda do Poder do Chefe, posto que sua fortuna já dava sinais de enfraquecimento. O ritual do “BEIJA MÃOS” continuava, agora com mais frenesí, porque se aproximava o grande momento da Revanche, prevendo-se  os gestos de súplica e gestos “bondade”, com impressionante transformação de caráter. Veja-se que seu Deus fora apenas o dinheiro e o Poder O tempo, que sempre é “Senhor da Razão”, afinal não mudou seu curso e sua história provocou uma reviravolta no destino do Déspota, levando-o ao desespero¸,á humilhação e à ruína de seu Império.

Os negócios, diante da inércia propositada de seus “ fiéis Suditos”, foram à bancarrota .As dívidas e as cobranças ( estas quase sempre  oriundas dos “amigos” da época da “vaca gorda”), se acumularam e, por derradeiro, restou-lhe o ostracismo, a depressão. Recordava, pois, os conselhos de sua dedicada esposa,   (a quem não lhe dava atenção alguma). Martirizava-se ao sentir que perdeu bons instantes de fazer o BEM, de ser justo, de ser humilde e justo. Poderia ter sido protagonistas de boas ações. Recorda os que foram vítimas de sua personalidade dominadora, posto que se imaginava superior a todos..

  1. Moral da história: exemplos assim existem com frequência. Não custa nada ser correto, equilibrado, exercendo  o Poder e gerindo sua fortuna com gentileza, educação e bom=-senso, respeitando os que lhes são subordinados, ofertando-lhes seus devidos direitos . Não deslembrar  que os outros possuem sentimentos.!…..
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