terça-feira, 18 de junho de 2019

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Mercado de juros mede chances de reforma da Previdência após atos pró-Bolsonaro

Os juros futuros começaram esta segunda-feira, 27, perto da estabilidade, com viés de baixa, após as manifestações da véspera em todo o Brasil em prol do governo Jair Bolsonaro. A liquidez é baixa, em dia de feriado nos Estados Unidos. Na sexta-feira, 24, as taxas futuras fecharam estáveis, após quatro sessões consecutivas de queda. No exterior, o dólar opera misto ante outras moedas emergentes e ligadas a commodities.

Às 9h49, a taxa do contrato interfinanceiro (DI) para janeiro de 2021 estava em 6,77%, na mínima, de 6,79% no ajuste de sexta-feira. O DI para janeiro de 2023 estava em 7,93%, na mínima, de 7,95%, enquanto o vencimento para janeiro de 2025 operava em 8,53%, na mínima, de 8,57% no ajuste anterior.

Nesta terça-feira, 28, votação da Medida Provisória (MP) 870, que trata da reforma administrativa, com redução de ministérios, além de monitorar a articulação da reforma da Previdência na Comissão Especial da Câmara.

Nos atos, houve críticas ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ao Centrão, além de defesa da reforma nas aposentadorias e do pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro. No radar, estão também novas manifestações contra os cortes na educação e contra a reforma, na quinta-feira.

A pesquisa Focus do Banco Central não trouxe alterações relevantes além de revisão marginal para baixo para o PIB de 2019, de 1,24% para 1,23%. Mas foram mantidas as estimativas para IPCA deste ano em 4,07% e para 2020, em 4,00%. As projeções para Selic também foram mantidas em 6,50% em 2019 e 7,25% em 2020.

Autor: Luciana Antonello Xavier
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