terça-feira, 17 de setembro de 2019

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Duas toneladas de carne imprópria para consumo é apreendida em Arapiraca

Por Assessoria

2 toneladas de carne imprópria para o consumo humano foi apreendido em Arapiraca

Uma operação conjunta entre a Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), Instituto do Meio Ambiente (IMA) e o Batalhão de Polícia Ambiental (BPA), retirou de circulação 2 toneladas de carne imprópria para consumo humano, nesta terça-feira (21), em Arapiraca, no Agreste alagoano. Na ação, duas pessoas foram autuadas pela prática de abate clandestino em animais.

Dois pontos do município foram visitados, após a Adeal receber denúncias anônimas de que animais estavam sendo abatidos. No primeiro, um sítio localizado na Zona Rural, os fiscais agropecuários encontraram quatro bois mortos prontos para o abate clandestino. Outros quatro bois vivos estavam dentro de um caminhão, que era utilizado para o transporte dos animais.

Já em outro local, também na Zona Rural de Arapiraca, uma pessoa foi autuada após os fiscais encontrarem três animais já abatidos de forma clandestina. Toda a carne imprópria para consumo humano foi recolhida e destinada para incineração.

As infrações da Adeal são referentes ao decreto federal n 9.013 de 2017 e a lei estadual 6.608 de 2005. Os responsáveis pela prática do abate clandestino, no momento da operação, foram encaminhadas a Delegacia do município. Lá, foram realizados os procedimentos cabíveis.

O IMA também realizou a autuação pela prática do abate clandestino e por lançamento de resíduos líquidos imaturo diretamente no solo exposto.

Presente durante a operação, o diretor-presidente da Adeal, Carlos Mendonça Neto, garantiu que o órgão vai continuar intensificando a fiscalização da prática, e não vai medir esforços para autuar os responsáveis. Ele destacou ainda os maus-tratos com os animais no momento do abate.

“No caso de Arapiraca, existe a extrema necessidade de entendimento entre a frigovale e os marchantes. A Adeal tem feito o papel de manter o estado seguro. A fiscalização agropecuária é de suma importância para não colocar em risco a saúde da população alagoana”, ressaltou

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