segunda-feira, 20 de agosto de 2018

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Justiça Federal em Alagoas doa equipamentos para reciclagem à COOPREL

Por Redação com Seção de Comunicação

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A Justiça Federal em Alagoas (JFAL) doou, nos últimos dias 8, 9 e 12 de março, equipamentos de informática – que estavam inservíveis na Seção de Material e Patrimônio da JFAL – para a Cooperativa dos Recicladores de Alagoas (COOPREL).

Foram doados, ainda, equipamentos remanescentes das últimas reformas efetuadas no prédio-sede, tais como: dutos de ventilação para ar condicionado, conectores e demais acessórios em chapa de aço galvanizado, tubulações e conexões em ferro, zinco, cobre e em plástico, além de alguns equipamentos desativados do antigo sistema de ar condicionado (tipo Fan Coil), como gabinetes metálicos (tipo Chiller), exaustores em aço galvanizado, motores do exaustor, evaporadoras e filtros com base em plástico.

 Segundo o diretor do Foro, juiz federal Raimundo Alves de Campos Júnior, a destinação social dada aos bens doados visa à realização do interesse público, e o processo de desfazimento transcorreu com observância de todos os ditames da legalidade, da publicidade e da transparência.
   
“Com essas doações, para reciclagem e/ou descarte responsável, a Justiça Federal em Alagoas cumpre com seu papel no âmbito da responsabilidade socioambiental, além de contribuir com o surgimento de oportunidades de geração de renda e de negócios, a exemplo da comercialização organizada desses equipamentos, por meio de cooperativa de recicladores de materiais”, ressalta Raimundo Campos.

Dentre os equipamentos de informática doados, destacam-se: 350 monitores, 249 microcomputadores, 128 impressoras, 73 teclados, 71 estabilizadores, 64 aparelhos telefônicos, além de dezenas de outros materiais inservíveis para a JFAL.

 Para o responsável pelo recebimento dos bens pela Cooperativa dos Recicladores de Alagoas, José Erisvaldo Oliveira, as doações da JFAL geram renda aos integrantes da COOPREL e ainda evitam que esses materiais específicos tenham uma destinação irregular. “É um trabalho humanitário, evita mais lixo em aterros sanitários, ajuda o meio ambiente e traz renda para a comunidade”, diz Oliveira.

Segundo Erisvaldo Oliveira, componentes eletrônicos, cabos e metais vão para um sistema de triagem para serem reaproveitados. Algumas peças originais são vendidas no Estado, outras enviadas para empresas do ramo em Recife, a exemplo também do que acontece com os componentes em plásticos. A arrecadação vai para despesas de manutenção da Cooperativa e a renda para os cooperados.

Comunicação JFAL

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