terça-feira, 15 de outubro de 2019

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Graças ao Governo do Estado, Maceió alcança 1º lugar em faturamento nacional no ranking da CVC

Por Redação com Agência Alagoas
Com trabalho estratégico da Sedetur, maior operadora de turismo da América Latina apresenta Maceió como a responsável pelo maior faturamento nacional no ranking da empresa (Foto: guiamaceió.com)

Com trabalho estratégico da Sedetur, maior operadora de turismo da América Latina apresenta Maceió como a responsável pelo maior faturamento nacional no ranking da empresa (Foto: guiamaceió.com)

As belezas naturais do destino, aliada às estratégias de divulgação e ao trabalho realizado em parceria entre o Governo do Estado de Alagoas e as operadoras de viagens mantêm Maceió em destaque no cenário nacional. Dados da maior operadora de turismo da América Latina, a CVC, apresentam a capital como a responsável pelo maior faturamento nacional no ranking da empresa.

A informação foi divulgada durante a Convenção Anual de Vendas da CVC, em Foz do Iguaçu, realizada no último fim de semana. De acordo com o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico e Turismo, Helder Lima, a colocação no ranking da operadora se deve ao trabalho promovido para consolidação da cidade como destino turístico.

“A conquista do primeiro lugar em vendas é fruto de um trabalho muito forte e de um investimento alto que o Governo do Estado tem feito diretamente com a CVC –  e junto às bases da operadora – em cada um dos principais emissores de turistas. Além disso, um resultado como este é consequência de um trabalho estratégico que iniciamos há cerca de um ano, reduzindo o ICMS do querosene de aviação, e, posteriormente, investimos na estratégia de fretamentos, em parceria com as operadoras de aviação civil e todo o trade turístico”, afirma Helder Lima.

Há um ano, a capital ocupava o sexto lugar em vendas da CVC, o que demonstra o avanço alcançado nos últimos meses através da articulação e diálogos diretos com a base, apostando em novas estratégias como a redução de impostos e maior aproveitamento na aplicação de recursos.

O destino se destaca, ainda, como o segundo destino mais vendido do País em número de passageiros, tendo obtido um crescimento de 15% em relação a 2015, além do primeiro lugar em faturamento.

Estratégia – A retração econômica diminuiu consideravelmente a demanda do turismo no Brasil. De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR), em 2016, na comparação com o ano anterior, a aviação doméstica brasileira registrou retração de 5,47%. Contrariando esse cenário, Alagoas ampliou a sua malha aérea com 16 novos voos e apresentou um crescimento de 0,44% no número de desembarques.

O Nordeste sentiu diretamente a crise. De acordo com a Infraero, Bahia, Ceará e Paraíba, estados com atividade turística consolidada, tiveram uma retração de -17%, -10% e -10,6% respectivamente. Na contramão dessa tendência, Alagoas prospectou 16 novos voos em 2016, 14 nacionais (vindos do Sul, Sudeste e Centro-Oeste) e 2 internacionais (vindos de Córdoba e Buenos Aires, na Argentina).

Ainda segundo a Infraero, Alagoas é o estado nordestino que mais elevou o número de passageiros em voos fretados não regulares no ano passado, crescendo mais de 7 pontos percentuais em relação a 2015.

A captação de novos voos é proveniente da redução do ICMS cobrado sobre o combustível de aviação em Alagoas. A medida do Governo do estado reduziu de 17% para 12% a alíquota do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) do querosene utilizado nas aeronaves. Somente o combustível representa 35% do valor gasto pelas companhias aéreas com cada voo, o que significa na prática que a distribuição da malha aérea no país é realizada de acordo com a tributação praticada pelos estados.

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