terça-feira, 16 de julho de 2019

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Acusado de matar o pai do cantor Geraldo Cardoso é condenado a 14 anos de reclusão

Por Redação
Geraldo Cardoso e seus familiares participaram do julgamento do ex-militar Manoel Bernardo (de camisa vermelha) Foto: Edson Silva

O cantor Geraldo Cardoso, e seus familiares, participaram do julgamento do ex-militar Manoel Bernardo, de camisa vermelha. O ex-militar teve participação no assassinato do pecuarista José Cardoso, pai do cantor. (Foto: Edson Silva)

O ex-policial militar Manoel Bernardo de Lima Filho, um dos acusados de assassinar o pecuarista José Cardoso de Albuquerque, pai do cantor Geraldo Cardoso, foi condenado a 14 anos de prisão, em regime fechado.

Ele foi a júri popular hoje (16), na Comarca de Palmeira dos Índios, e recebeu a sentença da juíza Luana Freitas. O julgamento foi realizado na sede do Departamento Nacional de Obras contra a Seca (Dnocs), e a acusação foi feita pelo promotor Fábio Vasconcelos, com assistência do advogado Thiago Pinheiro.

Manoel Bernardo de Lima Filho foi o único acusado a sentar no banco dos réus, devido ao falecimento de outros envolvidos no crime, entre eles o delegado Ricardo Lessa. O ex-policial foi preso em 2008, em São Paulo, e já havia sido condenado por outros homicídios, além de ser apontado como integrante de um grupo de extermínio. O julgamento aconteceu na presença de familiares do pecuarista, entre Geraldo Cardoso, que vestiram camisetas com a foto da vítima e o pedido de justiça.

O Ministério Público requisitou auxílio da 17ª Vara Criminal para o caso, em razão dos indícios de que se tratava de uma organização criminosa. De acordo com os autos, os autores intelectuais do crime, revelados após a prisão do réu, seriam o ex-prefeito de Quebrangulo, Frederico Maia Filho, conhecido como “Mainha” e sua esposa Cleusa.

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