quarta-feira, 22 de Maio de 2019

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Deus não joga dados

Por Everaldo Damião

A expressão de Albert Einstein (1879-1955) “Deus não joga dados” nasceu da sua discordância sobre a “Teoria da Mecânica Quântica”. Com essa afirmação o cientista estadunidense disse que “não se conformava com o caráter probabilístico que se dá à posição e ao momento de uma partícula de acordo com a Mecânica Quântica (teoria da física que estuda as dimensões próximas ou abaixo da escala atômica, tais como moléculas, átomos, elétrons, prótons, etc)”. Alberto Einstein enfatizava sua opinião contrária ao entendimento de que “o ato de observar interfere no objeto observado”, ou seja, que existem restrições à precisão com que se efetuam as medidas “simultâneas” de uma classe de pares “observáveis” em nível subatômico”, segundo o “Princípio da Incerteza” de Werner Heisenberg (1927).

Ora, independentemente de saber quem está com a verdade nessa disputa entre Albert Einstein e Werner Heisenberg, tem-se conhecimento que Einstein indicou Heisenberg ao “Prêmio Nobel” da Física, com uma recomendação elogiosa: “Estou convencido de essa teoria sem dúvida contém parte da derradeira Verdade”. E daí nasce à frase “Deus não joga dados”. Quanto à crença de Albert Einstein, sabe-se que ele era alguém que acreditava na Existência de Deus. Certa vez, ele disse “Eu quero saber como Deus criou o mundo. Não estou interessado neste ou naquele fenômeno, no espectro deste ou daquele elemento. Eu quero conhecer os pensamentos de Deus, o resto são detalhes”. Outra vez, ele afirmou: “Existem apenas dois modos de viver a vida: um é como se nada fosse milagre; o outro é como se tudo fosse um milagre. Eu acredito no último”.  Em referência a inteligência e a criatividade humana, Albert Einstein propagava que “a imaginação é mais importante que o conhecimento”, mas também dizia “a única fonte de conhecimento é a experiência”. E ainda revelava: “Penso 99 vezes e nada descubro. Deixo de pensar, mergulho no silêncio, e a verdade me é revelada”. Ele também compreendia que “uma pessoa inteligente resolve um problema, mas um sábio o previne”.

Na visão crítica de Albert Einstein “os problemas significativos com os quais nos deparamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando eles foram criados”. Fica aqui uma pérola do pensamento de Albert Einstein: “Eu admiro o homem que na sua ignorância acredita em Deus, eu tive que estudar muito pra isso”. E não é só isso. Mais duas máximas do físico: “não pode, verdadeiramente, haver conflito legítimo entre ciência e religião”. Outra, “A ciência sem religião é aleijada; a religião sem ciência é cega”.

Essa cultura de Albert Einstein tem sua origem na filosofia de Hermes Trismegistus (três vezes sábio), personagem do antigo Egito, anterior a Moisés, o universo possui leis naturais que foram implantadas no ato da criação do universo. A Lei da Correspondência diz que O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima”. Essa lei nos lembra que vivemos em mais de um mundo. Vivemos nas coordenadas de um Universo, mas também vivemos um outro mundo invisível, sem espaço, sem tempo e sem fronteira. Outra verdade é que existe a Lei da Vibração: “Nada está parado, tudo se move, tudo vibra. O Universo é movimento vibratório. Todas as coisas se movimentam e vibram com seu próprio regime de vibração. Nada está em repouso. A Matéria não é passiva ou inerte, mas cheia de movimento. A Vibração rege a relação entre energias e matéria, bem como a conjuração de elementais (que é da natureza molecular dos elementos), como rege a atração e a repulsão entre indivíduos, a harmonia e as egrégoras (forças espirituais vigilantes criadas a partir da soma de energias coletivas (mentais, emocionais), fruto da congregação de duas ou mais pessoas.

Sendo assim, para que tenhamos uma relação equilibrada e harmoniza com a natureza preconcebida por Deus, diz Albert Einstein: “temos de fazer o melhor que podemos. Esta é a nossa sagrada responsabilidade humana”. Por outro lado, ensina-nos Richard David Bach, autor da obra “Fernão Capelo Gaivota” (1970): “Nada acontece por acaso. Não existe a sorte. Há um significado por detrás de cada pequeno ato. Talvez não possa ser visto com clareza imediatamente, mas sê-lo-á antes que se passe muito tempo”… Pensemos nisso. Por hoje é só.

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